Certa vez, na "Semana da Comunicação" - que é um evento anual da
faculdade onde estudo - em uma palestra que abordava questões sobre uma
nova ordem que as mídias sociais estão empregando tanto socialmente
quanto economicamente, levantei uma questão sobre a descentralização do
conhecimento que a internet poderia causar, porque sempre achei muito
errado o modelo de educação que nos é dado, bem como sempre achei errado
que dentro do nosso sistema o conhecimento só seja reconhecido através
das academias, das universidades, etc. Tudo que é de fora dessa máfia é
bem menos considerado ou desconsiderado. Foi um tema que na hora gerou
certa polêmica e minha opinião foi sutilmente suprimida pela opinião dos
professores, que bradavam falácias a fim de obter razão.
Na hora me calei por pura pertinência, pois esse assunto desvirtuaria o foco da palestra.
Algum tempo depois, o governo dos Estados Unidos cria uma lei que
ficou conhecida como SOPA (Stop Online Piracy Act), que pretende
combater a pirataria online. Grandes sites do mundo todo saem do ar para
demonstrar protesto (caso do Wikipedia.com, por exemplo), pois com a
lei muitos seriam os prejudicados na rede, principalmente os sites de
compartilhamento de conteúdo. Eis que certa manhã, lendo noticias como
de costume, me deparo com uma matéria que falava sobre como o
Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento do mundo, foi
tirado do ar, além da prisão de quatro de seus funcionários.
Isso
me fez lembrar de um caso um pouco mais antigo, mas nem por isso menos
alarmante e revelador: A prisão do criador do Wikileaks sob acusação de
pedofilia. Achei muito engraçado porque o governo dos Estados Unidos
arrumou um motivo pra prender o cara, além de esmagar a liberdade de
expressão. Engraçado porque é melhor rir pra não chorar, porque foi
provado mais uma vez que essas caras dos governos, das grandes
instituições e corporações fazem o que querem, arrumam todos os motivos
que puderem pra livrar seu grande ânus fétido da reta e perpetuarem o
seu modelo falho de guiar o mundo, manipulando as pessoas e calando as
verdades.
O fechamento de sites como o Megaupload é um belo indício
de que a grande indústria da comunicação teme pela sua sobrevivência
ante a realidade da internet. Que o governo é simplesmente laranja na
mão das corporações e que o conhecimento não deve estar aí, em qualquer
lugar, pra que qualquer um tenha acesso, na opinião deles. Cai
justamente na discussão que levantei na faculdade sobre o conhecimento
ser elitizado, sobre só ser reconhecido através das academias.
Comece a valorizar o seu próprio conhecimento. Este que você adquiriu de
suas experiências. Enxergue que não é preciso fazer uma faculdade pra
você ser mais competente que um baixarel, que um mestre, que um doutor.
Vejo muita gente que não sabe ler nem escrever direito saindo formado da
faculdade, e o sistema de ensino no qual nos encontramos vai cada vez
mais caindo como conceito, porque antes ensino médio não valia de nada.
Hoje a faculdade está atingindo esse status. Amanhã pós-graduação,
depois mestrado, e assim por diante, até quando chegarmos num ponto em
que teremos de estudar por 30 anos da nossa vida pra poder ter um
emprego comum.
A internet está aí, possibilitando que se quebrem
as máfias. A indústria fonográfica sofreu um grande baque. A comunicação
com seus grandes jornais impressos já sentiram o impacto também. Mas
nada foi o suficiente, porque a opinião das pessoas ainda lhes permite
ver a informação desses grandes veículos sem se preocupar em filtrá-las,
que esses veículos moldam essa falta de filtro, esse senso comum que se
espelha no sistema vigente, favorecendo as grandes máfias e
restringindo o poder nas mãos de alguns poucos.
Que fique bem claro
também, óbvio, que não tiro a importância das academias. Acho que
dentro de centros de pesquisa e discussão de idéias dentro dessas
instituições é que são descobertas importantes soluções pra muitos de
nossos problemas. Apesar disso, penso que os valores estão completamente
distorcidos e equivocados, e que os julgamentos são sem critério,
levianos, quando o assunto é conhecimento. O que é julgado não é o
conhecimento em si, e sim diplomas. Você só é bom se pertencer ou se
tiver passado por uma faculdade, e isso é acumular poder, é cercear a
liberdade de conhecimento num engarrafamento intelectual, porque você se
vê obrigado a passar por lá também se quiser ser reconhecido, e sai de
lá padronizado, porque todos são ensinados da mesma forma.
Pense
nisso. Sua vida é muito importante pra você ficar acreditando nos
valores dos outros. Acredite em você. Reflita-se, e não ao sistema.
Texto criado por Denis de Moraes Alves, em 23/03/2012.
sábado, 24 de março de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Preconceito, Subestimação e Sobreestimação
É interessante como nossa mente cria pré-conceitos sobre tudo e todos.
Tem até aquele ditado: “A primeira impressão é a que fica”, que é um ditado que ilustra bem o modo como costumamos pensar e julgar, e como somos preconceituosos.
E foi analisando um fato que aconteceu comigo que pensei sobre essas coisas, e gostaria de contar como foi.
Estava em casa depois de um dia de aula, cansado e pronto pra ir dormir.
A televisão transmitia a final do BBB (aquele reality show imbecil), e eu fiquei imaginando como as pessoas ficariam comentando sobre quem venceu e o que aconteceu no programa no dia seguinte.
Pois bem, como vocês puderam perceber, a observação sobre este programa que fiz há pouco já mostra o conceito que formei em minha mente sobre ele, que óbvio, foi baseado em experiências que tive assistindo-o.
Além desse conceito que formei sobre este reality show, ainda tem o conceito formado sobre o apresentador do programa, Pedro Bial, que apesar de ser uma pessoa inteligente, é autor de grandes gafes ao vivo, além de costumar falar bastante besteira, o que fez com que caísse no meu conceito. Pois bem. Baseado nesses dois conceitos formados,
eu estava certo de que nem assistiria a final do programa, porque não queria nem saber o que aconteceria em seguida: pouco me importava e nada mudaria em minha vida se eu soubesse quem seria o ganhador do prêmio milionário.
Eis que por puro milagre (ou preguiça de ir pra cama, nossa!), fiquei na sala assistindo o programa, e Pedro Bial, nesse dia, me surpreendeu com uma reflexão que fez, e os instantes que eu fiquei assistindo acabaram valendo a pena.
Tendo em vista esse fato que aconteceu e como minha mente preconceituosa trabalha, refleti sobre como subestimamos e sobreestimamos as coisas e as pessoas nas relações interpessoais na sociedade.
Também por isso que o Pedro Bial outrora caiu no meu conceito, como eu disse anteriormente, e também por isso que somos surpreendidos algumas vezes.
Se você nota que alguém se surpreendeu com você é porque, baseado no conceito que ela formou sobre você, ela não achava que fosse capaz de realizar aquilo que a impressionou. Ou seja: quando uma pessoa se impressiona com o que você faz, significa que ela te subestima.
Então, não há motivo pra você ficar feliz quando alguém se impressiona com algo que você faz, ou quando você é aplaudido. O problema é que impressionar as pessoas faz com que a atenção se volte pra você,
e isso tem a ver com protagonismo, e com chamar a atenção das pessoas em quem você é sexualmente interessado.
Talvez se fossem tirados os interesses sexuais e o ego das pessoas, impressionar não seria mais algo buscado,
as pessoas buscariam mais a satisfação pessoal do que inflar o ego e sucesso sexual. Mas retomando o assunto, isso também vale pra quando você sobreestima uma pessoa.
Aquela pessoa que você acha que nunca irá falhar pode falhar às vezes. Quem você sempre dá ouvidos por ser inteligente, pode te dar conselhos errados também. Como nossa mente tende a julgar as pessoas constantemente,
temos que buscar reformar conceitos o tempo todo. Atualizar a impressão sempre que pudermos.
Óbvio, há de onde não podemos esperar grandes mudanças, e que é melhor mesmo nos mantermos afastados e com aquele conceito formado.
Mas é preciso saber que a partir desses conceitos formados que surge o preconceito xenófobo e genocida que conhecemos historicamente, e problemas como bullyng, e outros problemas relacionais das pessoas. Mas é preciso saber também que é julgando as pessoas e a sociedade que tomamos decisões, que adquirimos confiança, que deixamos de fazer as coisas,
que aprendemos a malandragem de falar ou deixar de falar, e etc.
Os conceitos e preconceitos são, portanto, necessários para a evolução.
O que seriam de teses, teorias ou conceitos que vigoram hoje em dia se não fossem antigas teses,
teorias ou conceitos que foram quebrados?
Pense sobre isso!
Escrito por: Denis de Moraes Alves
Tem até aquele ditado: “A primeira impressão é a que fica”, que é um ditado que ilustra bem o modo como costumamos pensar e julgar, e como somos preconceituosos.
E foi analisando um fato que aconteceu comigo que pensei sobre essas coisas, e gostaria de contar como foi.
Estava em casa depois de um dia de aula, cansado e pronto pra ir dormir.
A televisão transmitia a final do BBB (aquele reality show imbecil), e eu fiquei imaginando como as pessoas ficariam comentando sobre quem venceu e o que aconteceu no programa no dia seguinte.
Pois bem, como vocês puderam perceber, a observação sobre este programa que fiz há pouco já mostra o conceito que formei em minha mente sobre ele, que óbvio, foi baseado em experiências que tive assistindo-o.
Além desse conceito que formei sobre este reality show, ainda tem o conceito formado sobre o apresentador do programa, Pedro Bial, que apesar de ser uma pessoa inteligente, é autor de grandes gafes ao vivo, além de costumar falar bastante besteira, o que fez com que caísse no meu conceito. Pois bem. Baseado nesses dois conceitos formados,
eu estava certo de que nem assistiria a final do programa, porque não queria nem saber o que aconteceria em seguida: pouco me importava e nada mudaria em minha vida se eu soubesse quem seria o ganhador do prêmio milionário.
Eis que por puro milagre (ou preguiça de ir pra cama, nossa!), fiquei na sala assistindo o programa, e Pedro Bial, nesse dia, me surpreendeu com uma reflexão que fez, e os instantes que eu fiquei assistindo acabaram valendo a pena.
Tendo em vista esse fato que aconteceu e como minha mente preconceituosa trabalha, refleti sobre como subestimamos e sobreestimamos as coisas e as pessoas nas relações interpessoais na sociedade.
Também por isso que o Pedro Bial outrora caiu no meu conceito, como eu disse anteriormente, e também por isso que somos surpreendidos algumas vezes.
Se você nota que alguém se surpreendeu com você é porque, baseado no conceito que ela formou sobre você, ela não achava que fosse capaz de realizar aquilo que a impressionou. Ou seja: quando uma pessoa se impressiona com o que você faz, significa que ela te subestima.
Então, não há motivo pra você ficar feliz quando alguém se impressiona com algo que você faz, ou quando você é aplaudido. O problema é que impressionar as pessoas faz com que a atenção se volte pra você,
e isso tem a ver com protagonismo, e com chamar a atenção das pessoas em quem você é sexualmente interessado.
Talvez se fossem tirados os interesses sexuais e o ego das pessoas, impressionar não seria mais algo buscado,
as pessoas buscariam mais a satisfação pessoal do que inflar o ego e sucesso sexual. Mas retomando o assunto, isso também vale pra quando você sobreestima uma pessoa.
Aquela pessoa que você acha que nunca irá falhar pode falhar às vezes. Quem você sempre dá ouvidos por ser inteligente, pode te dar conselhos errados também. Como nossa mente tende a julgar as pessoas constantemente,
temos que buscar reformar conceitos o tempo todo. Atualizar a impressão sempre que pudermos.
Óbvio, há de onde não podemos esperar grandes mudanças, e que é melhor mesmo nos mantermos afastados e com aquele conceito formado.
Mas é preciso saber que a partir desses conceitos formados que surge o preconceito xenófobo e genocida que conhecemos historicamente, e problemas como bullyng, e outros problemas relacionais das pessoas. Mas é preciso saber também que é julgando as pessoas e a sociedade que tomamos decisões, que adquirimos confiança, que deixamos de fazer as coisas,
que aprendemos a malandragem de falar ou deixar de falar, e etc.
Os conceitos e preconceitos são, portanto, necessários para a evolução.
O que seriam de teses, teorias ou conceitos que vigoram hoje em dia se não fossem antigas teses,
teorias ou conceitos que foram quebrados?
Pense sobre isso!
Escrito por: Denis de Moraes Alves
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
A Machado de Assis, as batatas!
"Ao vencedor, as batatas". Essa é a celebre frase do livro Quincas Borba, de Machado de Assis.
Em uma visão simbólica e pouco menos aprofundada, podemos aplicar tal frase ao nosso cotidiano. Nessa violenta competição a qual vivemos diariamente, apenas os mais fortes, os mais competentes e as vezes os mais imorais, vencem e "ganham as batatas".
Agora, deixando de lado toda essa crítica a esse mundo competitivo no qual vivemos, o que realmente me choca é a realidade contemporânea retratada nos livros machadianos. Como um homem, nascido em 1839, filho de um pintor de paredes e de uma imigrante portuguesa, é capaz de escrever livros que se encaixam na realidade de inúmeras gerações? Se pensarmos bem, é como se os problemas do futuro já estivessem descritos nos livros de Machado.
A alienação, a competitividade e a ganância presente em Quincas Borba. A sedução interessada, a sociedade parasita e a desconfiança de Dom Casmurro. Isso falando apenas dos mais populares livros do escritor, nem vamos aqui discutir os temas de Helena, Memórias Póstumas de Brás Cubas e Esaú e Jacó.
Também não iremos entrar em detalhes com toda a psicanálise existente nas obras, não estamos prontos para mencionar Sigmund Freud.
A idéia geral é entender que ler Machado de Assis, deveria ser antes de tudo, uma regra social, para entendermos um pouco de nós mesmos, dos problemas de nossa sociedade e os problemas dos povos do passado que persistem até hoje!
Em uma visão simbólica e pouco menos aprofundada, podemos aplicar tal frase ao nosso cotidiano. Nessa violenta competição a qual vivemos diariamente, apenas os mais fortes, os mais competentes e as vezes os mais imorais, vencem e "ganham as batatas".
Agora, deixando de lado toda essa crítica a esse mundo competitivo no qual vivemos, o que realmente me choca é a realidade contemporânea retratada nos livros machadianos. Como um homem, nascido em 1839, filho de um pintor de paredes e de uma imigrante portuguesa, é capaz de escrever livros que se encaixam na realidade de inúmeras gerações? Se pensarmos bem, é como se os problemas do futuro já estivessem descritos nos livros de Machado.
A alienação, a competitividade e a ganância presente em Quincas Borba. A sedução interessada, a sociedade parasita e a desconfiança de Dom Casmurro. Isso falando apenas dos mais populares livros do escritor, nem vamos aqui discutir os temas de Helena, Memórias Póstumas de Brás Cubas e Esaú e Jacó.
Também não iremos entrar em detalhes com toda a psicanálise existente nas obras, não estamos prontos para mencionar Sigmund Freud.
A idéia geral é entender que ler Machado de Assis, deveria ser antes de tudo, uma regra social, para entendermos um pouco de nós mesmos, dos problemas de nossa sociedade e os problemas dos povos do passado que persistem até hoje!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Mais leitor, por favor!
A formação da opinião crítica, da idéia própria, da criação de uma opinião pessoal, são características que já existiram nos leitores do passado, mas estão longe de atingir os de nossa era.
Com o momento da tecnologia, da velocidade, os fiéis leitores sumiram e surgiram os internautas, viciados em diminuir palavras e assassinar a gramática.
Bom, pararemos aqui de culpar apenas o leitor por essa concepção medíocre de leitura. Talvez, a escassez de bons livros seja a causa da escassez de "boa leitura".
A futilidade de alguns assuntos, encontra-se constante nas literaturas modernas (modernas e não modernistas!) mais vendidas pelas livrarias. Dificil acharmos escritores que imprimem em suas palavras críticas sociais e morais, como Jorge Amado, Gil Vicente, Machado de Assis, João Cabral de Melo Neto, e, até mesmo, o colombiano Gabriel G. Marquez.
Ora, não vamos, porém, comparar os escritores de hoje com os literários, pensadores e poetas de antigamente.
Infelizmente, não vivemos mais na era da boa escrita, e por isso vivemos da nostalgia, lendo e relendo obras dos séculos passados. Nos resta agora, andar pelas ruas a noite, torçendo para conseguir a mesma sorte milagrosa de Owen Wilson no filme Meia noite em Paris.
Vivez la Belle Époque!
Com o momento da tecnologia, da velocidade, os fiéis leitores sumiram e surgiram os internautas, viciados em diminuir palavras e assassinar a gramática.
Bom, pararemos aqui de culpar apenas o leitor por essa concepção medíocre de leitura. Talvez, a escassez de bons livros seja a causa da escassez de "boa leitura".
A futilidade de alguns assuntos, encontra-se constante nas literaturas modernas (modernas e não modernistas!) mais vendidas pelas livrarias. Dificil acharmos escritores que imprimem em suas palavras críticas sociais e morais, como Jorge Amado, Gil Vicente, Machado de Assis, João Cabral de Melo Neto, e, até mesmo, o colombiano Gabriel G. Marquez.
Ora, não vamos, porém, comparar os escritores de hoje com os literários, pensadores e poetas de antigamente.
Infelizmente, não vivemos mais na era da boa escrita, e por isso vivemos da nostalgia, lendo e relendo obras dos séculos passados. Nos resta agora, andar pelas ruas a noite, torçendo para conseguir a mesma sorte milagrosa de Owen Wilson no filme Meia noite em Paris.
Vivez la Belle Époque!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Meus amigos, sejam bem vindos!
Eis aqui um blog que terá como foco maior o dominio do saber. Do saber que agrega todos os outros saberes, que une e constrói histórias e estórias de tantos povos, saber que surpreende e renova, que liberta mentes, abre caminhos, forma guerreiros e abre olhos: o saber da literatura.
O dominio literário é uma mágica aventura! A vontade de descobrir nos livros e outras fontes passados reais e imaginários, futuros certos e predestinados, nos faz folhear livros, revistas, sites, blogs, a fim de obter, cada vez mais conhecimento.
Portanto, seja qual for o seu interesse, seja qual foi o seu intuito, parabéns por ter em si essa vontade de conhecer, vontade de adquirir, vontade de somar!
Sejam bem vindos ao Literaturas & Idéias!
"Literatura, a mais sedutora, mais enganosa, mais perigosa das profissões."
(John Morley)
Eis aqui um blog que terá como foco maior o dominio do saber. Do saber que agrega todos os outros saberes, que une e constrói histórias e estórias de tantos povos, saber que surpreende e renova, que liberta mentes, abre caminhos, forma guerreiros e abre olhos: o saber da literatura.
O dominio literário é uma mágica aventura! A vontade de descobrir nos livros e outras fontes passados reais e imaginários, futuros certos e predestinados, nos faz folhear livros, revistas, sites, blogs, a fim de obter, cada vez mais conhecimento.
Portanto, seja qual for o seu interesse, seja qual foi o seu intuito, parabéns por ter em si essa vontade de conhecer, vontade de adquirir, vontade de somar!
Sejam bem vindos ao Literaturas & Idéias!
"Literatura, a mais sedutora, mais enganosa, mais perigosa das profissões."
(John Morley)
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